sábado, 4 de maio de 2024

Estudo orientado para o teste absolutismo/revoluções liberais

 Estudo orientado 


Aprendizagens essenciais

 

Define absolutismo – p. 78 e 79

Define Despotismo Esclarecido – p. 106 e 107

Relaciona o despotismo esclarecido com a urbanização praticada pelo marques de Pombal, depois do Terramoto de Lisboa.  p.106 e 107

Define Liberalismo

 

Absolutismo: p. 79


Forma e governo  também chamada de monarquia absoluta na qual o rei concentra todos os poderes.

Considera-se que o poder (soberanaia) reside em Deus que o concede ao rei para governar da forma que ele considerar melhor. O rei só tem que dar contas a Deus.


Luís XIV em França e D. João V em Portugal foram grandes reis absolutistas. 


Despotismo Esclarecido - forma de governo absoluto mas que considera fundamentar zelar pelo bem estar e progresso a nação à qual preside. 


Liberalismo - Forma de governo que considera que a base do poder reside no povo que o cede, através de um contrato ao governante que deve olhar pelos interesses do povo no qual reside a soberania (poder). caso o governate não cumpra o contratoo poco tem direito a depô-lo através de eleições ou revolução. 

O governate governa de acordo com a Constituição que reúne as leis fundamentais da nação.

Os podeseres estão divididos. Geralamnte o legislativo é entregue ao parlamento, o executivo ao rei ou preesidente e o judicial, aos tribunais. 

-  Semelhanças e diferenças entre absolutismo;  despotismo esclarecido e  Liberalismo

- Caraterísticas fundamentais do iluminismo – p.102 a 105

 nomeia autores iluministas – p. 103

 - Identificar/aplicar os conceitos: Racionalismo; Iluminismo; Separação de poderes; Soberania popular;



Que princípios defendia o movimento iluminista?

 




Voltaire defendia a tolerãncia.



Rousseau defendia a liberdade e a soberania popular




Montesquieu defendia a divisão dos poderes.


D´Alembert e Diderot defendiam o racionalismo. Foram os autores da 1.ª enciclopédia. 

Como se difundiu o Iluminismo?

Os ideais iluministas difundem-se através de Clubes; cafés; salões; Academias; jornais; Livros (como a Enciclopédia) e ainda, por ação da Maçonaria.


   Revolução Dos Estados Unidos da América– p.116 a 117

Localizar no espaço e no tempo.

Explicar as razões que justicaram o primeiro processo de independência por parte de um território colonial europeu (E.U.A.)

De que forma aplicou os ideais iluministas

Revolução Dos Estados Unidos da América

De que forma o movimento de independência dos Estados Unidos da América consagra os ideais iluministas?

 Antecedentes da Revolução americana:

A partir do século XVIII, muitos ingleses, escoceses e irlandeses emigraram para a América por motivos religiosos e políticos. Em meados desse século, havia treze colónias inglesas ao longo da costa atlântica da América do Norte.

As colónias eram independentes, possuíam administração própria e dedicavam-se a atividades económicas diferentes. No entanto tinham como laços de união a língua inglesa, a tolerância religiosa e a defesa da liberdade e do parlamentarismo.

Depois Guerra dos 7 anos, os novos impostos sobre produtos como o açúcar, o chá e o papel selado, geraram grande descontentamento nos colonos que argumentavam não ter de os pagar, pois também não podiam eleger representantes ao parlamento britânico.

Boston Tea Party

- quando os ingleses quiseram impor sobre as suas colónias da América novos impostos de tipo mercantilista, os comerciantes americanos organizaram-se em associações e boicotaram as importações inglesas. Em dezembro de 1773, um grupo de colonos mascarados de índios, lançou à água, no porto de Boston, o carregamento de chá de três navios da Companhia das Índias Ocidentais inglesas.

 

 No dia 4 de julho de 1776, o Congresso de Filadélfia, com delegados das 13 colónias americanas, aprovou a Declaração da Independência, elaborada sob direção de Thomas Jefferson e condizente com os ideais iluministas da época de igualdade e soberania popular.

 

Que ideias iluministas estão expressas na Declaração da Independência e na Constituição Americana?

- todos os homens foram criados iguais e dotados de certos direitos - Rousseau

- Os governos são estabelecidos pelos homens para garantir esses direitos.

- Todas as vezes que um governo se torne contrário a esses objetivos, o povo tem o direito de o mudar ou de o abolir- Contrato Social – Soberania Popular (Rousseau)

Existe a divisão tripartida do poder.

O iluminista Montesquieu defende que os poderes devem estar separados

 O primeiro presidente dos E. U. A . foi Georges Washington.

 


Revolução Francesa – p.118 a 121

- Principais momentos

- Destacar no processo revolucionário francês a abolição dos direitos e privilégios feudais e os estabelecimento do conceito de cidadania moderno, estabelecendo, teoricamente, o princípio da igualdade perante a lei.

 - Analisar a importância das conquistas da Revolução francesa para o liberalismo.

-  A herança da Revolução Francesa

 

4. A evolução política em Portugal desde as invasões francesas até ao triunfo do Liberalismo

 


 A Revolução Francesa constitui um grande acontecimento na história da Europa e do Mundo

 Que razões explicam a Revolução Francesa ?

Na segunda metade do século XVIII, a França enfrentou uma crise económica e financeira. Os maus anos agrícolas levaram ao aumento dos preços dos cereais, surgindo a fome e os consequentes tumultos populares. A concorrência dos produtos manufaturados ingleses levou ao encerramento de várias manufaturas francesas, provocando o desemprego. Os gastos excessivos da família real e as despesas com as guerras contribuíram para que o valor das despesas fosse superior ao valor das receitas e aumentasse a dívida pública do país.

Foram discutidas formas de resolver a crise.

Que factos ocorrem durante a Revolução Francesa ?

No dia 5 de maio de 1789, reuniram-se os Estados Gerais a fim de debater a crise económica e financeira que assolava a França. O desacordo relativamente ao sistema de votação levou o Terceiro Estado a declarar-se Assembleia Nacional Constituinte.

Entre 1889 e 1791, a Assembleia Nacional Constituinte tomou diversas medidas:

Abolição dos direitos senhoriais  ( privilégios dos nobres: justiça  própria; não pagamento de impostos; direito a rendas e impostos bem como a eterminadas formas de trtamento) – 4 agosto de 1979

Nacionalização dos bens do Clero

Aprovação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

Elaboração de uma Constituição  ( que reune as leis fundamentais do país)

Em janeiro de 1793, o rei Luís XVI foi acusado de traição à pátria e executado na guilhotina. Este ato provocou a aliança das antigas monarquias europeias combaterem a Revolução Francesa, na denominada “Santa Aliança”.

Face às ameaças internas e externas, foi criado um governo revolucionário liderado por Roberpierre. As práticas deste governo levaram à instauração de um regime de Terror, no decorrer do qual foram mortos milhares de franceses na guilhotina.

No entanto,em julho de 1794, Robespierre e muitos dos partidários do regime do Terror, foram executados na guilhotina. O governo revolucionário chegava ao fim e a Convenção tomava uma série de medidas de caráter conservador e burguês.

Napoleão começa a fazer parte  do governo em 1795 e 1799 – com o Diretório – o poder executivo é entregue a cinco diretores.

1804-1814 – Napoleão torna-se Imperador e tem aspirações de domínio de restauração do sacro império romano germânico.

Em 1815, Napoleão foi definitivamente derrotado na batlha de Waterloo (Bélgica), por uma coligação liderada pela Inglaterra. Após a derrota, Napoleão abdicou e foi desterrado para a ilha de Santa Helena, onde morreu.

4. ATIVIDADE Com as informações obtidas durante a aula e o auxílio do Manual, elabora uma cronologia dos aspetos mais significativos da Revolução Francesa

CRONOLOGIA

 5 de Maio de 1789 - Reunião dos estados Gerais.

17 Junho - O terceiro Estado alega constituir 98% da população – Assembleia Nacional

9 de Julho – Proclama-se a assembleia Constituinte

14 Julho – Tomada da Bastilha 4 de Agosto 1789 – Abolição dos direitos feudais.

14 Setembro 1791 – Constituição que institui uma monarquia constitucional

1792 – Leva ao poder a Convenção ( Girondinos- moderados e jacobinos radicais que condenam o rei)

1793 – período de Terror liderado por Robespierre. A Pátria é declarada em perigo. Persegue-se a Igreja e impõe-se o calendário republicano.

1794 – Robespierre é guilhotinado.

 

1795 e 1799 – A França é governada pelo Diretório – o poder executivo é entregue a cinco diretores.

1799 a 1804- Golpe do 18 do Brumário leva Napoleão ao poder como 1º cônsul. Partilha o poder com outros dois cônsules

1804-1814 – Napoleão torna-se Imperador

 

Herança da Revolução Francesa:

A mensagem da Revolução foi múltipla: anunciou a era da razão e dos direitos individuais, proclamou a soberania da nação, condenou as seculares opressões feudais, exaltou a igualdade, foi um brado de tolerância. A imensa repercussão na Europa resultou sobretudo do espirito de fraternidade e do individualismo dos primeiros revolucionários. Roland Marx, “A era das ruturas” in História da Europa, vol 3, Europa América.

- A soberania passou a residir na Nação

- Os poderes políticos foram separados

- A Constituição tornou-se a lei fundamental do país consagrando os direitos dos cidadãos: liberdade de expressão, de reunião, de religião e igualdade de todos perante a lei.

- Contribuiu para modernizar o Estado, a administração pública, as finanças, o ensino.

- O Estado laicizou-se

- Acabou a sociedade de Ordens - Nasceu a sociedade de Classes.

- Os ideais da revolução Francesa foram espalhados por toda a Europa, através da pretensão de Napoleão dominar este território:

• Liberdade • Igualdade • Fraternidade

- As ideias da Revolução Francesa chegaram à América Latina onde deram origem a diversos movimentos de independência.

 

PRINCÍPIOS DEFENDIDOS PELAS REVOLUÇÕES LIBERAIS

Defendiam os seguintes princípios ILUMINISTAS: Crença no valor da razão; ideia do progresso; o direito à felicidade; espírito de tolerância; a soberania popular e a divisão dos poderes.

Lutavam contra desigualdade social, a intolerância, a ignorância (falta de instrução) do povo.

Constituição  dos EUA (1789) . Aplicou os ideais iluministas: Separação dos poderes; liberdade  e direitos dos cidadãos; Soberania da Nação.

A Revolução Francesa impôs uma nova conceção do poder, soberania da Nação, separação dos poderes, monarquia constitutucional;nova ordem social:  extinção da sociedade de ordens, passagem à sociedade de classes e ascensão da burguesia;  carácter universalista: difusão dos ideais revolucionárias pela Europa e América.

A Concretização dos ideais revolucionários

Influência da Revolução Francesa na Europa

 

Alterações políticas:

- Fim da monarquia absolutista;

- Separação dos poderes;

- Soberania nacional (expressa no voto do povo)

- Constituição  ( obedecendo à lei de separação dos poderes)

- Direitos e liberdades fundamentais

- O que dá origem aos novos regimes na Europa  e América.

Mudanças Sociais:

- Fim da sociedade de ordens- abolição dos privilégios da nobreza e do clero

- Igualdade dos cidadão perante a Lei

- Promoção da burguesia

 Tudo isto conduz à sociedade de classes.

 

Revolução Liberal Portuguesa

Revolução Liberal Portuguesa

 

- Antecedentes da Revolução Liberal Portuguesa

As invasões francesas – p. 122 a 123

Explicar as causas da Revolução Liberal portuguesa.

A revolução liberal portuguesa

Quais foram as consequências imediata da Revolução liberal portuguesa – p. 124 a 125; 128 e 129.

 

O liberalismo em Portugal não terá tido opositores?  P. 126 e 127

 A revolução liberal portuguesa: aplicação dos ideais iluministas.

 Caracterizar as propostas políticas expressas na Constituição de 1822, na Carta Constitucional de 1826 e na resistência absolutista.

 Identificar as principais medidas da implantação do liberalismo em Portugal - p. 128 e 129

Identificar/aplicar os conceitos: Racionalismo; Iluminismo; Separação de poderes; Soberania popular; Liberalismo; Constituição; Cidadania; Carta Constitucional; Sufrágio Censitário/Universal; Monarquia constitucional/Estado federal/República. 


Antecedentes da Revolução Liberal Portuguesa

Com a mudança da corte para o Brasil, Rio de Janeiro, oTratado de 1808 permitiu a abertura dos portos brasileiros ao comércio estrangeiro; desenvolvimento da indústria brasileira; criação de estabelecimento de instituições de ensino superior, passando o Brasil a  receber contribuições e rendimentos públicos.

A Burguesia de Portugal foi perdendo lucros.

No início do século XIX, Napoleão dominava um vasto império. Apenas a Inglaterra resisitiu. Como represália, Napoeleão decretou o Bloqueio Continental,em 1806, a todos os países europeus, isto é, o fecho dos portos, aos navios ingleses. Como Portugal era um velho aliado da Inglaterra, não aderiu  e o resultado da sua desobediência foram as três invasões francesas, comandadas respetivamente por Junot, Soult e Massena.A maior batalha das invasões francesas ocorreu em 1810, no Buçaco e marcou uma importante vitória das forças anglo-portuguesas, comandadas pelo general Wellington. Essa vitória foi reforçada um mês depois nas Linhas de Torres Vedras quando as tropas francesas foram derrotadas e obrigadas a abandonar Portugal.

 Esta situação levou à permanência da família real no Brasil e, após as invasões, Portugal acabou por ficar sob domínio britânico sob a regência do general Beresford.

Em 24 de agosto de 1820, faz-se a revolução liberal, no Porto, comandada por militares que saem de Santo Ovídio e sob influência de sociedades secretas, como o Sinédrio, à qual pertenciam muitos burgueses de nomeada. Exigiam a vinda do rei e família real para Portugal e que o Brasil regressasse à sua condição de colónia.

D. João VI, a esposa Carlota Joaquina e o princípe D. Miguel regressam a Portugal D. João virá a assinar a Constituição de 1822, governando segundo o modelo de monarquia Constitucional. A esposa D. Carlota Joaquina e D. Miguel fazem oo golpe da Abrilada e Vilafrancada, não jurando a Constituição.

Entretando em 1822, o filho mais velho de D. João VI, que tinha ficado no Brasil, proclama a independência, junto ao rio Ipiranga, Grito do Ipiranga, tornando-se o 1º imperador do Brasil.

Em 1822, foi aprovada a primeira Constituição portuguesa que implantou uma monarquia constitucional, consagrou a divisão dos poderes e as liberdades fundamentais, pondo fim à monarquia absoluta. A Constituição de 1822 estabeleceu a divisão tripartida dos poderes. O poder legislativo era o predominante e foi atribuído  às Cortes, cujos membros eram eleitos por sufrágio universal sendo excluídos os analfabetos, as mulheres, os criados e os frades. O poder executivo foi atribuído ao Rei que detinha o poder de veto suspensivo em relação à elaboração das leis pelas Cortes. O poder judicial competia aos tribunais.

D.Pedro para acalmar os ânimos, voltou do Brasil, prometeu a sua filha, D. Maria da Glória em casamento ao irmão Miguel e preparou uma constituição mais moderada, a Carta Constitucional  de 1826 que reforçava o poder do rei e enfraquecia o poder das Cortes. A sua elaboração tinha como objetivo agradar tanto aos liberais como aos absolutistas. No entanto, este diploma não agradou a todos os grupos sociais, pois o clero e  nobreza tinham recuperado alguns dos seus privilégios, durante o governo absolutista de D. Miguel.

D. Miguel acabaria por instaurar o absolutismo perseguindo os liberais que se exilam  nos Açores. A eles junta-se D. Pedro e juntosm desmbaecam em pampelido, perto do Porto, marchando sobre a cidade. Inicia-se assim o cerco do Porto e a guerra Civil entre liberais e absolutistas. A Convenção de Évora Monte 1834, dá definitivamente a vitória aos liberais.

Entretanto, o ministro da Fazenda, Mouzinho da Silveira foi responsável por um conjunto de medidas que acabaram com o Antigo Regime e consolidaram o Liberalismo, tais como:

-Extinção de grande parte dos morgadios;  Abolição da dízima;  Modernização da administração pública e justiça; desenvolvimento da indústria; proteção do comércio bem como supressão das portagens na circulação interna das mercadorias. Também, José Joaquim de Aguiar no sentido de criar uma nova ordem social e política, decreta a abolição das ordens religiosas e a venda dos seus bens em hasta pública.

 Joaquim António de Aguiar  extinguiu as ordens religiosas e nacionalizou os seus bens. Parte ficaram para o Estado e outros foram vendidos à burgesia rica.

Passos Manuel fez uma reforma no sentido no sentido de igualar as pessoas pela cultura.  (p. 128 e 129).


 

 

 


segunda-feira, 18 de março de 2024

Urbanismo Pombalino


Urbanismo Pombalino

https://www.youtube.com/watch?v=xLKNU5IZcuo  - Terramoto de 1755



Documento 2

Relato de um mercador britânico que estava em Lisboa no dia 1 de novembro de 1755

«Lá estava eu sentado, no primeiro dia do mês atual, cerca das 10 horas da manhã, quando senti a casa a abanar ligeiramente e esse abanar aumentou. Percebi logo que era um tremor de terra. Não muito depois, levantou-se o pânico geral num grupo de pessoas que corriam ao longo do rio, todas elas gritando que o mar estava a inundar a terra. O alarme, porém, não era desprovido de fundamento, uma vez que a água do rio se elevou acima de 6 metros. Apercebemo-nos, pelas nuvens de fumo que vimos surgir, que tinha pegado fogo em seis ou sete lugares diferentes.»

 Figura 7 – Fotografia da Rua Augusta (Lisboa); planta de Lisboa, de acordo com o plano dos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, e estátua equestre de D. José I. Fotografia A Rio Tejo Rio Tejo área reconstruída da cidade área da cidade não abrangida pela reconstrução





Escreve um texto, de forma estruturada, desenvolvendo os aspetos seguintes: ‒ os dois fenómenos que se seguiram ao terramoto de 1755 e que destruíram parte da cidade de Lisboa; ‒ o tipo de planta urbana da área reconstruída; ‒ uma vantagem desse tipo de planta urbana, relativamente à planta da área não reconstruída; ‒ um aspeto que evidencie o urbanismo pombalino enquanto afirmação do poder absoluto. Fundamenta a tua resposta com excertos do Documento 2 e informações da Figura 7.

(Questão de prova de aferição 2019)


terça-feira, 2 de janeiro de 2024

Renascimento

 

Renascimento

Exercício:

 

Tempo: século ________

Espaço : _________

 

Fonte de inspiração:

Caraterísticas:

Abandono do ___________ Torna-se ________________.

Humanismo é __________________.

Procura a _______________ para tudo conhecer, passando a valorizar o _____________

Afirma o valor do individuo _______________, passando até a assinar as obras que executa.

Aproveita a vida terrena

 

 

Século XV e XVI; Itália; Cultura Greco-Romana-classicismo; Teocentrismo; Antropocêntrico; a o interesse que o homem manifesta por todas as coisas; Experiência; Racionalismo; Individualismo.

 

Nos séculos XV e XVI verificou-se, na Europa, um movimento cultural e artístico que ficou conhecido por Renascimento. Foi assim designado devido ao interesse pelo «renascer» da cultura Greco-Romana-classicismo.

Em contacto com a cultura clássica, esta vai servir de modelo ao Homem Renascentista que abandona o Teocentrismo e se torna antropocêntrico, valorizando o homem e tudo o que lhe dis respeito.  É o que se designa por classicismo ou seja a valorização da Antiguidade Clássica, revivendo-se as formas e os modelos clássicos na literatura e na arte.

O Renascimento iniciou-se em Itália devido à existência de variadas obras gregas e romanas, na região ( Roma fora a capital do Império Romano) e devido a terem fugido para Itália, muitos homens cultos, depois do Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla, ter sido conquistado pelos Turcos em 1453.

 

 

Ao estudar a cultura clássica, o renascentista descobre o valor que os Antigos davam ao Homem. É o Humanismo. Na verdade, o Homem passa a ocupar o centro do conhecimento. É o Antropocentrismo. A procura de viver intensamente a vida terrena, com um grande desejo de fama e glória refletiu-se, também, como uma das características da «nova mentalidade» do Homem renascentista, conhecida por individualismo.

A segunda metade do século XV e início do século XVI caracteriza-se pela criação. O Homem ao imitar a cultura antiga e através das viagens empreendidas ( por exemplo, pelos portugueses e espanhóis) descobre as insuficiências de tal cultura, criando uma nova, baseada no estudo, no espírito crítico,, atribuindo grande valor à Razão, o permitiu progressos no conhecimento do Mundo e do Homem. A valorização    da    experiência   abriu   caminho   a   muitas   descobertas,   como  foi   exemplo o heliocentrismo, teoria defendida por Galileu e Copérnico.

Muitos artistas e estudiosos do Renascimento só sobreviveram devido à protecção de pessoas que os protegiam. Eram os Mecenas.

Então, um Mecenas é:

Uma pessoa abastada que tem uma atitude de protecão para com artistas e sábios, com vista à promoção das artes e das letras. Um bom exemplo de um mecenas do Renascimento foi Lourenço de Médicis.

Educação Medieval – Educação Renascentista

Na Idade Média, defende-se o ideal de cavaleiro, no Renascimento privilegia-se os estudos diversos e amplos, (Latim; grego; História; Geografia; Gramática; Esgrima; Dança; Música) bem como as experiências capazes de contribuir para o ideal humanista como viagens; contactos com outros estudiosos e estudos variados).

O ideal humanista pressupunha que o homem se deveria interessar por todas as coisas, estudá-las e viajar para melhor conhecer o mundo, observar e experimentar para através do seu espírito crítico reformular o conhecimento que tinha existido até ali.

Humanista é uma pessoa que se interessa por tudo o que é humano: as línguas antigas; a geografia a história; a gramática; a arte de bem falar; a ciência, as artes, bem como desportos como a equitação e a esgrima.

Humanistas:

Francisco Petrarca – poeta

Juan Boccaccio – escritor, poeta.

Lourenço de Médicis – político

Erasmo de Roterdão – teólogo holandês, escreveu “ Elogio da Loucura”

Thomas Morus – Literato, escreveu “Utopia”

Pedro Nunes – Matemático português, inventou o Nónio.

Miguel Cervantes – Leterato espanhol, Escreveu D. Quichote de la Mancha.

Leonardo da Vinci – pintor, escultor, arquitecto, cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, botânico, poeta e músico.

 

 

 

Luís de Camões – Poeta. Autor de “os Lusíadas”

Galileu – Formulou o sistema heliocêntrico

Copérnico – Defendeu o sistema heliocêntrico

Galileu – Formulou o sistema heliocêntrico

Garcia de Orta – Botânico português

De que forma os descobrimentos portugueses contribuíram para a mentalidade característica do Renascimento?

Garcia de Orta pensa que os portugueses com as suas viagens de expansão, ao conhecer melhor o mundo, a sua fauna e a sua flora, revolucionaram mais o saber do que os romanos através dos seus estudos.

Também, os Portugueses através das viagens marítimas levadas a cabo puseram em causa os conhecimentos de sábios como Ptolomeu, já que demonstraram através da sua experiência que o mundo é muito maior do que se pensava; que o mar não fervia no equador, com se chegara a pensar; aperfeiçoaram o contorno dos continentes; viram que os outros continentes eram habitadas por pessoas com características físicas semelhantes às europeias e não por monstros; descobriram plantas com interesse medicinal e que o mundo era redondo. Contribíram, assim, decisamente para o desenvolvimento da geografia e cartografia, botânica, ciência astronómica e arte de navegar.

Meios de divulgação da mentalidade renascentista

O contacto dos humanistas nas escolas, universidades e tipografias que frequentam são importantes meios de divulgação das ideias humanistas, já que contribuem para a divulgação das novas ideias. A invenção da imprensa vai facilitar a duplicação das obras humanistas em tempo e esforço. Os humanistas comunicam uns com os outros através de cartas e viajam muito para se encontrarem

Ciências desenvolvidas na época do Renascimento

- Astronomia – ex. Copérnico

- Anatomia – Leonardo da Vinci

- Matemática – ex. Pedro Nunes; John Napier

- Medicina – André Vesálio e niguel Serveto

- Botânica – Garcia de Orta

-  Geografia – Duarte Pacheco Pereira.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

 

Como conseguiram os portugueses controlar o comércio no oceano Índico?

 

Feed back:


O império português nos séculos XV e XVI: a costa africana e o Oriente H8

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Formas de exploração do Império português – aula digital H8






  



 Império espanhol

Conquista do Paraíso H8

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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Oriento o meu estudo para a ficha de avaliação sumativa 8.º ano

     

  

 

Tema

Aprendizagens essenciais

 

Conhecimentos, capacidades.

Oriento o meu estudo  no manual

Estrutura do teste

A CRISE DO SÉCULO  XIV

Caracterizar a crise do séc XIV em Portugal.

 

Analisar as medidas que pretenderam solucionar a Crise de 1383-85

 

Explicar a importância do Tratado de Salvaterra de Magos.

 

Explicar a razão da crise dinástica ocorrida após a morte de D. Fernando.

 

Avaliar de que forma a crise de 1383-85 contribuiu para a formação da identidade nacional.

 

p. 10-11

 

 


 

p.12-13

 

 

 

 

 

 

p.14-15

100 pontos – 90 min

 

 

Questões de resposta curta e longa

 

Escola múltipla

 

Completamento de espaços

A abertura ao mundo

 

O Império português e a concorrência internacional

 

Referir as principais condições da expansão portuguesa.

 

Identificar instrumentos de navegação astronómica e cartas de marear.

 

Referir as principais motivações da expansão portuguesa.

 

Explicar a importância que o poder régio e os diversos grupos sociais tiveram na expansão portuguesa.

 

Indicar os rumos da expansão henriquinos.

 

Identificar as principais etapas da expansão.

 

Caraterizar a África antes da chegada dos portugueses.

 

Referir formas de ocupação e exploração na África e nas ilhas atlânticas.


Explicar a rivalidade luso-castelhana.


Relacionar a rivalidade luso-castelhana com o Tratado de Tordesilhas

 

 

 

 

Aplicar conceitos: Navegação astronómica; Colonização; Capitão-donatário; capitanias; Monopólio Comercial; Monopólio Régio; Feitoria;

 

 

 

p. 18-19

 

 

 

p. 19

 

 

 

 


p.19

 

p.20-21

 

 

 

p.18-24

 

 

 

p.21

 

 




p.22









 

p.24 e 25

 

 

 

 

p.22 e 23

 

 

 

 

1383-1385 “UM TEMPO DE ”REVOLUÇÃO”

Que problemas explicam a crise de 1383-85?

Em 1383, D. Fernando morre, surgindo, então, o problema da sucessão ao trono de Portugal.

Existiam como pretendentes ao trono de Portugal:  D. Beatriz, filha de  D. Fernando e Leonor Teles,  casada com D. João de Castela ;  Mestre de Aviz, filho de D. Pedro e de uma dama galega, D. Teresa Lourenço e  João e Dinis filhos de D. Pedro e de D. Inês de Castro.

 O povo de Lisboa manifesta o seu descontentamento pela aclamação  de D. Beatriz como rainha exclamando: «Agora se vende Portugal, que tantas cabeças e sangue custou a ganhar, quando foi tomado aos Mouros!»

 O rei de Castela, a pedido de sua sogra, D. Leonor Teles  invade Portugal, iniciando a guerra.

Esta situação de confronto leva à divisão dos portugueses em dois  grupos:grupos: Clero + Nobreza que apoiam  D. Beatriz casada com D. João de Castela; Povo + Burguesia  que apoiam  D. João, Mestre de Avis.

- Situação - Problema Imagina que eras nobre e vivias na época da revolução de 1383/85. De que lado te colocarias: tomarias partido por D. Beatriz ou por D. João, Mestre de Avis? O que pensar? O que fazer? Tens que pensar bem! Defendendo D. Beatriz, estarias a defender a legítima sucessora de D. Fernando. Virias a beneficiar de mais alguns privilégios. Mas... poderias estar a «vender Portugal, que tantas cabeças e sangue custou a ganhar (...)». Se te colocasses do lado de D. João, Mestre de Avis, poderias colocar em risco os teus privilégios, mas... estarias a defender a independência de Portugal. Consideras que quem apoia um dos lados de um conflito, deve fazê-lo para defender princípios (neste caso, a independência de Portugal), ou apenas porque espera receber benefícios? Então, já decidiste que posição tomar? Escreve um pequeno texto em que justifiques a tua opção.

Os habitantes do Porto tomaram partido pelo Mestre,  defendendo a sua eleição como rei.

Os Castelhanos então cercaram  Lisboa, confrontaram-se na  Batalha de Aljubarrota com os portugueses.

Com efeito, o rei de Castela invade Portugal  dando-se a batalha de Aljubarrota  (14 de Agosto de 1385). Nesta batalha, o exército espanhol composto por 32.000 homens, foi derrotado por 10.000 homens portugueses.

O povo, chefiado pelo Condestável Nuno Álvares Pereira l consegue travar os avanços do  rei espanhol mas era urgente eleger um Rei o que é feito nas  CORTES DE COIMBRA (6 de Abril de 1385)

Graças à hábil argumentação do Dr.. João das Regras (legista), as Cortes  aclamaram o Mestre de Avis como D. João I. 

 D. João I, para se precaver de novos ataques castelhanos enovos ataques castelhanos e garantir auxílio, , faz «um tratado de amizade» com a Inglaterra. Esta aliança foi reforçada pelo casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre, em 1387.

. D. João I, inicia a dinastia deD. João I, inicia a dinastia de Avis e uma «nova sociedade» surge:

a burguesia ganha importância e alguma recebe do rei títulos de nobreza.

Lê o texto.

El-Rei nosso senhor (D. Fernando) considerando que todas as partes de seu reino há grande falta de trigo e cevada e outros mantimentos (…)  mandou que todos os que tivessem herdades suas fossem constrangidos para se lavrar, que as lavrasse por si as que mais aprouvesse e as outras fizesse lavrar por outrem ou desse a lavrador (…) E quando os donos das herdades as não aproveitassem nem dessem a aproveitar, a justiça as entregasse a quem as lavrasse. E todos os que eram ou costumavam ser lavradores, que usassem  de um ofício que não fosse tão proveitoso ao bem comum como era o ofício de lavrador, que que fossem constrangidos a lavrar (…)  Fernão Lopes, Crónica de D. Fernando (adaptado)Fernão Lopes, Crónica de D. Fernando (adaptado)

Para resolver a crise os reis tomaram  tomaram diversas medidas como: Lei das Sesmarias  e desvalorização da moeda.

Com efeito, em meados do século XIV Portugal também vivia um período de crise:

 - Campos abandonados

- Falta de mão-de-obra

 - Impostos e rendas muito altas

- Fome - Peste – Mortes

 - O rei D. Fernando casa sua filha D. -Beatriz com o rei D. João I de Castela, fazendo com que além da crise económica social e política surgisse um problema de sucessão ao trono em 1383.

Importância da lei das Sesmarias.

A Lei das Sesmarias é uma medida positiva do treinado de D. Fernando, já que obrigava os proprietários de campos a lavrá-los, ou a dá-los a quem os lavrassem. Desta forma, a produção agrícola pode aumentar.

As guerras fernandinas decorreram de 1339 a 1382, um longo período, cujas consequências, certamente se fizeram sentir na falta de mão de obra e no abandono dos campos. Esta situação foi agravada pela fome e peste existente em toda a Europa durante o século XIV.

CONCLUSÃO:

A crise económica e social do séc. XIV foi agravada em Portugal por uma crise política. De 1339 a 1382, o rei D. Fernando envolveu-se em guerras com Castela de que saiu derrotado. Em 1383 assinou o Tratado de Salvaterra de Magos  pelo qual prometia casar a sua filha D. Beatriz com o rei de Castela. Após a morte de D. Fernando, o povo revoltou-se e aclamou D. João Mestre de Aviz como “Regedor e Defensor do Reino”. O rei de Castela l invadiu Portugal mas foi derrotado. A maior destas batalhas foi a de Aljubarrota.  Este acontecimento fez vir ao de cima o sentimento do perigo da perda da independência nacional e cimentou a coesão social.

Expansão Marítima Portuguesa

Portugal foi o primeiro país a lançar-se na expansão europeia, já que gozava de particulares condições favoráveis:

- boa situação geográfica

- paz

- unidade política

- meios técnicos ( embarcações; instrumentos de orientação astronómica como quadrante; astrolábio, balestilha e bússola).



 A Coroa e todos os grupos sociais  estavam interessados na expansão: a Coroa queria reforçar o poder, a igreja expandir a fé cristã; a burguesia e nobreza pretendiam ganhar novos cargos, novas terras e novos mercados. O Povo queria melhorar as suas condições de vida.












No entanto, em vez da concretização destes objetivos, os Muçulmanos desviaram as rotas para outras cidades e passaram a atacar continuamente Ceuta que não tinha suficientes efetivos para responder de forma eficaz. Portugal em vez de arrecadar as riquezas de Ceuta, tinha que enviar para a praça, dinheiro e alimentos, pelo que Ceuta constituiu um fracasso.

 

  

Rumos da expansão Portuguesa:

Política de Conquista no norte de África.

Política de Descoberta  para o Atlântico sul:

- redescoberta dos arquipélagos da Madeira e Açores e ao longo da costa ocidental aficana.

 

Formas de ocupação e exploração económica:

Madeira                                                                              produtos explorados: trigo, açúcar e vinho

                       - Capitanias entregues a capitais donatários 

 Açores                                                                             produtos explorados: criação de gado;

                                                                                           laticínios e plantas tintureiras

 

 

Costa Africana:

                           Lançados – exploradores das riquezas do interior

                           Feitorias:

                                           Arguim

                                           Mina

 

Nas Feitorias – entrepostos comerciais de compra e venda – trocavam-se: tecidos e objetos de cobre; tapetes e trigo por ouro; escravos; especiarias (pimenta e magueta) e marfim.

 



1.1.        Caracteriza a crise do século XIV na Europa a partir dos docs. B e C.

 

 

A crise foi caracterizada pela fome e pela Peste Negra e agravada com as inúmeras guerras, particularmente, a dos 100 anos.

 

 

      1.2. Refere três consequências dessa crise.

A crise do século XIV teve como consequências: uma grande mortalidade de pessoas o que baixou a mão de obra disponível para o trabalho, o aumento dos preços, a reivindicação de aumento dos salários e revoltas sociais.

 

Doc.C

"Portugal! Portugal! Pelo Mestre de Avis!

Então cavalgou Afonso Eanes num grande e formoso cavalo que para isto já ali estava prestes, trazendo a bandeira pela cidade com toda a honra, acompanhado de muita gente, tanto clérigos como leigos, bradando todos a uma voz:

- Arrail! Arrail! Pelo mestre de Avis, Regedor e Defensor dos Reinos de Portugal!" Fernão Lopes, Crónica de D. João I

                                                                         

1.3.        Indica os fatores que motivaram a Revolução de 1383-85.

A revolução foi motivada pelo problema de sucessão que se seguiu à morte de D. Fernando que tinha casado a filha D. Beatriz com o rei de Castela, D. João. Desta forma quem ficaria a governar seria D. Leonor Teles, esposa de D. Fernando, mas de quem o povo não gostava, até que D. Beatriz tivesse um filho. A burguesia e baixa nobreza trata então de convencer o filho bastardo de D. Pedro e de D. Teresa Lourenço, que era Mestre da Ordem de Avis a defender o povo e o reino de Portugal, contra D. João de Castela

 

 

1.4.        Refere os dois fatores políticos e dois militares dessa Revolução.

 

Fatores políticos: Nomeação do Mestre de Avis como Regedor e Defensor do Reino

Eleição do Mestre de Avis, nas Cortes de Coimbra, como Rei de Portugal.

 

Fatores Militares: Cerco de Lisboa por D. João de Castela; Batalha de Aljubarrota – ambos vencidos pelos portugueses.


 2.   Observa a gravura – Doc. D

O mundo conhecido pelos europeus no início do século XV

2.1.        A partir do documento D, indica qual era o “mundo conhecido” pelos europeus no século XV?


 

O mundo conhecido era: o norte de África; parte da Ásia e a África do norte.

 

2.2.        Classifica as frases verdadeiras (V) ou  (F) de acordo com a sua correção.

V__A Europa atravessou um período de dificuldades, no século XIV

F____A iniciativa da expansão no Atlântico coube aos povos do Norte da Europa.

F____O astrolábio e a bússola eram, ainda, instrumentos náuticos desconhecidos.

           V ___Os portugueses tinham uma longa tradição na arte de navegar

           V___ A situação geográfica de Portugal favoreceu a expansão no Atlântico.

 

2.3. Completa o texto:

O conhecimento das técnicas de marear permitiu que os portugueses se lançassem na expansão europeia. Costumavam fazer navegação de cabotagem (ao longo da costa); sabiam navegar, orientando-se pelos astros, ou seja faziam navegação  astronómica, e conheciam vários instrumentos.

Diz o nome de cada um dos instrumentos:  1. Astrolábio, 2 Balestilha e 3.Quadrante.

Doc.E



 

    2.4.Coloca à frente de cada letra (elemento da sociedade portuguesa), o número que capaz de corresponder correctamente às respetivas motivações expansionistas de cada um desses elementos sociais.

 

4 A. Rei                    1. Melhores condições de vida

 

5 B. Clero                 2. Novos produtos e mercados

 

3 C. Nobreza            3. Terras, cargos militares e administrativos

 

2 D. Burguesia          4.Soluções para os problemas económicos do reino e aumento do seu poder

 

1 E. Povo                  5. Conversão à fé cristã

 

 

3.Conquista de Ceuta

 

   Doc F                                                       Doc. G

 

João Afonso disse-me (a D. João I) que a cidade de Ceuta é grande, nobre e azada para se tomar … mas eu não quis dar nenhuma resposta sem saber se isso é serviço de Deus.” Gomes Eanes de Zurara, Crónica da tomada de Ceuta.

 

           3.1 Completa o texto

 João Afonso comunicou a D. João I que Ceuta era rica em ouro; especiarias; escravos; Tinha poderio militar, mas o rei só tomou a decisão de conquistar Ceuta depois de se certificar que a conquista favorecia o serviço de Deus, ou seja tinha espírito de cruzada.

 

3.2. Assinala com um X a resposta correta.

 

A conquista de Ceuta, no reinado de D. João I, permitiria:

 

___ a expansão do Islamismo

 

x o controlo da navegação no Mediterrâneo

 

___ uma convivência pacífica com os muçulmanos

 

x a conquista de riquezas

 

x o acesso direto às rotas caravaneiras

 

3.3. Completa a frase:

A conquista de Ceuta, liderada pelo próprio D. João I, foi um êxito militar, mas acabou por ser um fracassso económico  porque os muçulmanos fugiram da cidade de Ceuta para as cidades vizinhas e desviaram as rotas das riquezas para essas cidades.

 

 

            4.Rumos  da Expansão Portuguesa

Completa o texto:

4.1..A Expansão portuguesa oscilou entre dois rumos: o da conquista de praças no norte de África e o da descoberta de novas terras e de rotas comerciais.  O Infante D. Henrique foi o grande impulsionador dos Descobrimentos portugueses. A ele se devem muitas das viagens que se fizeram à costa africana entre 1415 e 1460.

Neste período (re)descobriram-se os arquipélagos da Madeira e dos Açores e, em 1434 Gil Eanes passou para além do cabo Bojador. Em  1460, data da morte do Infante D. Henrique, a exploração da costa africana estendia-se até à Serra Leoa.

Doc.H




4.2. Completa o texto:

O Infante D. Henrique  foi o grande impulsionador dos Descobrimentos até à Serra Leoa. Depois da sua morte, D. Afonso V arrendou o comércio e navegação do Golfo da Guiné a Fernão Gomes com a obrigação de descobrir 100 léguas de costa, por ano.

D.João II quando toma o poder, dirige o comércio em regime de Monopólio Régio, impulsionando a descoberta da costa ocidental africana entre o Cabo de Santa Catarina  e S. Brás, já na costa oriental.

É neste reinado que Bartolomeu Dias dobra o Cabo das Tormentas, assim chamado porque a partir daí, os portugueses tinham a esperança de chegar à Índia.

4.3 – Pinta, no mapa, a cores diferentes os diversos períodos e faz a respetiva legenda.

 

  4.4. Completa o quadro:

Os sistemas de exploração no império português

Territórios

Modos de exploração

Produtos de comércio

1– Madeira

 

2– Açores

 

3– Cabo Verde

 

4 – S. Tomé

1- Capitanias

 

2-   Capitanias

 

3-  Capitanias – Feitoria na Ilha de Santiago

4-  Capitanias

1      Trigo; Cana-do-açúcar; madeira

 

2      2– plantas tintureiras, cereais e gado

 

3– algodão e açúcar

 

4 – gado, açúcar

5 -  Costa Ocidental africana

5. Feitorias-fortalezas

5.Escravos, marfim, ouro, malagueta, pimenta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5.    Rivalidade luso-castelhana

5.1.   Completa o seguinte texto.

Em finais do século XV, a viagem de Cristóvão Colombo desencadeou a rivalidade entre Portugal e Castela pela posse das terras descobertas: as Antilhas. Este conflito conduziu à assinatura de dois acordos: o Tratado de Alcáçovas (1479) e o Tratado de Tordesilhas  (1494) que passava a 470 léguas a oeste de cabo Verde. Este último acordo, dividiu o mundo em duas grandes áreas de navegação e comércio (teoria do Mare Clausum).

     5.2. Observa o Mapa – Doc. 6

4

 

                                                         

A

 


     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

B

 


                                    

 

     5.2.1. Indica

A

o nome dos tratados a que corresponde a linha A e B

       A- Paralelo do Tratado de Alcáçovas;

       B – Meridiano do Tratado de Tordesilhas

 

5.2.2.. Faz um pequeno texto sobre a importância do Tratado definido pelo meridiano B.

 

O Tratado de Tordesilhas pós fim ao conflito aberto pela chegada às Antilhas, por Cristóvão Colombo, já que aquelas terras, pelo Tratado de Alcáçovas, pertencia a Portugal mas Colombo tinha lá chegado, ao serviço dos reis católicos de Espanha. Dividiu o mundo por um meridiano qu virá a dar a Portugal  rico comércio do oriente e a terra que se chamará Brasil. Os espanhóis ficarão com parte da América do sul e central e das Filipinas. Definiu assim a teoria do Mare Clausum, ou seja a conquista do comércio do mundo pelos portugueses e espanhóis.